Três dos 19 vereadores eleitos para a próxima legislatura de Lages, Marcius Machado (PPS), Mário Hoeller de Souza (Marião – PSB) e Juliano Polese (PP) – foram convidados e estiveram na reunião da diretoria da ACIL desta segunda-feira (15/10). Em pauta, os três ouviram algumas sugestões dos empresários, que poderão levar adiante a partir do próximo ano no Legislativo. E também puderam falar de suas prioridades, especialmente no que diz respeito a uma maior aproximação das necessidades empresariais com a Câmara de Lages.

MARIÃO

Mário Hoeller de Souza – o Marião – foi o primeiro a se manifestar. Sobre os gastos da Câmara, destacou. “Com 19 vagas, temos maior representatividade. Cabe a nós agora zelar pelos gastos do Legislativo. Vou ajudar nisso”, disse. “Infelizmente, falta muita agilidade no serviço público, o que também vamos cobrar para que melhore. Quero e preciso ser cobrado por vocês. Para isso, estarei sempre de braços abertos para receber as demandas e pleitos. E, sendo da oposição, farei minha missão e o papel do vereador que é fiscalizar de perto o Executivo. E cobrar para que cumpra com as promessas de campanha”, destacou.

MARCIUS MACHADO

Marcius Machado agradeceu o convite da ACIL. E a votação expressiva que conseguiu nestas eleições. Falou que continuará sendo “um soldado de vocês para os pedidos e demandas”. Disse que o vereador não tem a caneta na mão. Mas que com diplomacia emuito tato pode ajudar a fazer chegar os pedidos mais facilmente a quem decide as coisas. Marcius disse que seu primeiro mandato foi “para mostrar que fui e sou capaz”. E que o segundo e próximo mandato “será para consolidar o trabalho já realizado”, falou. “Só terei dois mandatos na Câmara, não serei mais candidato a vereador. Por isso, quero fazer um trabalho ainda melhor na próxima legislatura”, destacou.

JULIANO POLESE

Juliano Polese também se colocou à disposição da classe empresarial. “Me cobrem. Nos cobrem. A gente se move mais quando é desafiado”, destacou. Ele também falou do trabalho que fez na Secretaria Municipal de Saúde, quando buscou implantar a meritocracia no serviço público. “Muita gente entendeu o que se queria com isso. Mas outros não entenderam. Tenho plena convicção que fizemos muito. Mas na saúde, infelizmente, por mais que você faça sempre ainda fica muito por fazer”, disse. “Vou cumprir com meu papel na Câmara que é legislar e fiscalizar. Sereioposição à futura administração. Mas oposição inteligente e propositiva”, disse.

 

Loreno Siega – Assessoria de Imprensa da ACIL