O trabalho de reciclagem de resíduos no município, a situação da Coopercicla, a gestão de resíduos sólidos em Lages e a situação da Incopedra (ATT), o aterro sanitário, além da Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Plano Municipal de Gerenciamento dos Resíduos Sólidos  foram debatidos durante a sessão especial desta segunda-feira (20) no legislativo, matéria foi proposta pelos vereadores Pastor Mendes, João Alberto e Adilson Appolinário.

A destinação correta do resíduo sólido pode significar uma economia de quase 40% aos cofres públicos, quando se fala em reutilização e reaproveitamento de entulhos. Segundo Pastor Mendes em cidades que antes os resíduos sólidos eram um problema se transformaram em solução, a matéria prima produzida foi revertida em obra.

Coleta Seletiva

A presidente da Coopercicla falou sobre as dificuldades enfrentadas pela cooperativa nos últimos meses. Segundo ela a grande dificuldade esta relacionada à coleta de lixo que vem sendo feita no município e a falta de recursos. “Neste último mês não conseguimos chegar a 20 toneladas. A coleta ainda não é feita por nós, o que acho errado, porque nós entendemos a maneira com que esse material deveria chegar até nós. O material que chega até nós hoje é o material de menor valor (...) Estamos encaminhando e preenchendo todos os relatórios exigidos mas estamos sem recursos para trabalhar ”, afirma.

Falta projeto

O oficial de gabinete, Antônio Lima, que na ocasião representou o secretário da Infraestrutura, disse que não existe projeto para que aconteça em Lages o que já vem acontecendo em outras cidades.

 

Informações Flávia Mota / Câmera de Vereadores de Lages