A Ekomposit do Brasil lançará em Lages, no dia 23 de maio (próxima sexta-feira, conforme divulgado aqui mesmo no blog hoje pela manhã), a sua unidade fabril de compósitos de madeira engenheirada, a ser implantada às margens da rodovia BR-282, em direção a São José do Cerrito, a 500 metros do entroncamento com a BR-116. A solenidade contará com a presença do prefeito Elizeu Mattos e do governador Raimundo Colombo. Será às 11h, no Serrano Tênis Clube, com almoço aos convidados. Esta será a primeira planta industrial da Ekomposit. A expectativa é de que sejam gerados 250 postos de trabalho diretos.

O executivo de Desenvolvimento da Prefeitura, Álvaro Mondadori, sublinha que a municipalidade, em parceria com o governo de Santa Catarina, oferecerá o acesso à empresa, implantando um trevo que beneficiará, também, as populações dos bairros Santa Mônica, Caroba e Cidade Alta. “À Ekomposit serão disponibilizado, aliás, incentivos fiscais municipais”, ressalta.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Carlos Roberto de Sousa, reitera que a empresa enaltece Lages. “A municipalidade se orgulha das intenções da Ekompositem relação à cidade, com investimentos fortes em uma das matérias-primas mais expoentes na região”, comenta.

 

Sobre a empresa

 

De acordo com a assessoria de imprensa da empresa, os investimentos próprios chegam a R$ 48 milhões para a unidade lageana, chamada pela própria corporação como a maior e mais moderna unidade industrial no país. “Nela, produzirá um compósito inovador para a construção civil e setor de transportes, feito de madeira cultivada e aditivos especiais. Serão alternativas vantajosas ao uso de madeiras nativas da Amazônia e materiais de grande resistência e maleabilidade, como chapas de aço e alumínio”, complementa a assessoria.

 

A área construída compreenderá 17 mil metros quadrados, numa área total de 180 mil e com capacidade instalada para processar até 100 mil metros cúbicos anuais de produtos. As operações têm previsão de serem iniciadas no primeiro trimestre do próximo ano. O diretor-presidente Sergio Martini estima que somente as construções brasileiras de médio e alto padrão consomem todos os anos aproximadamente três milhões de metros cúbicos de madeira. “Nossa meta para os próximos três anos é conquistar 1% desse volume. Lages é um centro dinâmico que impulsiona a cultura madeireira no Brasil”, reforça.

Assess. de Imprensa da PML - Foto: Divulgação