A Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) certificou na noite de quinta-feira (18) oito indústrias da Serra Catarinense, filiadas ao Sindimadeira e ao Sindicato da Construção Civil (Sinduscon), que participaram do 4º Ciclo do Programa de Desenvolvimento das Cadeias Produtivas (PDCP), em 2014. Lançado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o programa tem amplitude nacional e é gerenciado e coordenado pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL). Santa Catarina é um dos estados pioneiro no desenvolvimento do Programa que tem por foco a ampliação da competitividade do setor industrial.

A redução de 40% no tempo de paralização das máquinas e diminuição de 25% nos custos operacionais de empacotamento. Estes foram alguns dos resultados obtidos por empresas dos segmentos de madeira e construção civil da região de Lages. O superintendente do IEL em Santa Catarina, Natalino Uggioni, diz que o trabalho da entidade é desenvolver e implementar soluções estratégicas para elevar o potencial competitivo da indústrias, além de fortalecer a participação das empresas em programas como o PDCP. “Temos um comprometimento incessante pela melhoria da competitividade da indústria”.

Este ciclo do PDCP ofereceu 100 horas de consultoria em cada empresa, sendo 70 voltadas à gestão da produção e 30 com foco em gestão financeira, além de 100 horas de capacitação coletiva. Também foram realizadas ações de relacionamento entre os integrantes da cadeia, como visitas técnicas a outras empresas e rodadas de negócios. “O programa busca o aumento na produtividade, melhor integração junto aos gestores industriais”, disse o superintendente do Serviço Social da Indústria (Sesi) em Santa Catarina, Fabrizio Machado Pereira.

Quando iniciou, apenas quatro empresas filiadas ao Sindimadeira tiveram interesse em participar, explica o vice-presidente regional da Fiesc para assuntos da Serra, Israel Marcon. Logo em seguida, empresas do ramo da construção civil também aderiram ao programa. “Acredito no associativismo. E por acreditar, desejo que mais sindicatos comecem a participar, porque é dessa forma que tornaremos a indústria mais competitiva”.

Catarinas Assessoria de Imprensa