Maria Arlete de Oliveira recebeu a visita do secretário de Habitação, Ivan Magaldi Júnior, em sua nova casa na tarde desta quinta-feira (30). Ela mora na avenida Marechal Castelo Branco, bairro Ferrovia. O diretor de Habitação, Volnei Pereira, e a assistente social Ana Paula Ribeiro acompanharam o secretário. Maria Arlete tem 63 anos e aguardou pela casa por seis anos. Ela sobrevive com o valor mensal de R$ 155,00 do Bolsa-Família. Ela e o esposo Manoel Irineu de Oliveira, 63, estão felizes por deixarem de viver em uma casa antiga.

Materiais, elétrica e mão de obra foram oferecidos pelo município. Janelas e porta foram reaproveitadas. A casa tem o tamanho de 30 metros quadrados com cozinha e sala conjugadas e dois quartos. O banheiro foi mantido. “A outra casa era horrível, estava caindo. Tinha praticamente quebrado ao meio. Entrava água. A situação me deixava triste e apreensiva”, conta a moradora, que trata problemas de depressão, pressão alta, colesterol e esporão nos pés.

Ela tem três filhos, destes, duas mulheres, casadas, e um rapaz de 36 anos, que está detido e é portador de esquizofrenia. “Minhas filhas me deram a tinta, meu genro irá pintar as paredes”, garante. A assistente social Ana Paula Ribeiro orientou a moradora com dicas de limpeza no lote, pois há restos de materiais a retirar e de organização a se fazer. “Não tenho nem palavras para agradecer. O que a prefeitura fez por nós nunca vamos esquecer”, comenta Arlete.

O secretário Ivan Magaldi Júnior conversou com a moradora e visitou a casa por dentro. “A Secretaria de Habitação trabalha incansavelmente elaborando cadastro e viabilizando, na medida do possível e da dotação orçamentária, moradias seguras a quem mais precisa”, relata.

Meta para 2015

Deverão ser edificados 1.800 metros em 2015, o que significa 60 residências, levando-se em consideração que a média é de 30 metros quadrados cada casa, sendo de tamanho maior as que exigem abrigo de famílias com grande número de filhos. Atualmente a Secretaria de Habitação acumula cerca de quatro mil cadastros de famílias em busca de uma casa. O déficit habitacional é combatido com atendimento dos casos prioritários e extremos, a exemplo de casas destruídas por incêndios ou onde residem pessoas doentes, idosas, portadoras de deficiências e aquelas em que há determinação e notificação do Ministério Público (MP). O custo de uma casa nos moldes fornecidos pelo município está entre R$ 5,5 mil e R$ 6 mil.

 

Informações Secretaria de Comunicação Prefeitura de Lages