Há poucos dias, uma comissão pro voo regional, integrado por representante da ACIL, do Fórum de Entidades Empresariais, dos sindicatos patronais locais ligados à FIESC e outras lideranças estiveram fazendo uma visita às obras do Aeroporto Regional de Correia  Pinto. 

E a matéria que enviaram à imprensa, fruto daquela visita, foi desoladora. Vejam o que diz apenas o primeiro parágrafo da matéria:

 

"Um local praticamente abandonado. Essa é a impressão de quem chega no aeroporto de Correia Pinto. Não há ninguém trabalhando, nem mesmo um vigilante para cuidar da estrutura. No prédio que vai abrigar o terminal de passageiros, apenas uma frágil porta de vidro, protege aquilo que já foi adquirido, como a esteira de bagagens, que mesmo sem uso, está aberta e exposta no meio do saguão". 

 

NOVA POSIÇÃO HOJE 

Hoje (02/10), o presidente da ACIL, Luiz Spuldaro, manda outro texto (leia aqui) sobre o mesmo assunto (necessidade de voo regular para a cidade, obras do aeroporto de Correia Pinto, etc).  E o texto praticamente isenta a participação do Governo do Estado na situação de abandono no  aeroporto de Correia Pinto. Ao contrário, ainda diz que Colombo está fazendo tudo o que pode e que em breve a obra será concluída (um texto bem mais light, se vocês observarem). 

Fico me perguntando: Será que o Colombo não gostou da matéria que a ACIL mandou sobre o assunto e deu um "pito" em alguém? Ou foi o Spuldaro que ficou irritado com o teor daquela matéria? Algo do gênero aconteceu. É o que fica bastante evidente tratando-se de posições tão diferentes sobre o mesmo tema.  

O que estaria pegando? De nossa parte, e do pessoal da comissão pro voo regional (pelo que foi dito naquele texto anterior),  acreditamos sim que está nas mãos de Colombo acelerar ou não as providências para a conclusão do aeródromo. E que, para isso, tem de prometer menos e fazer mais. 

Loreno Siega - Revista Visão