A migração haitiana em Lages

Desde o terremoto que acometeu a República do Haiti, em 2010, os haitianos se viram obrigados a migrarem para outros países para poder ajudar a reconstruir seu país e suas próprias vidas. No Brasil, desde 2011, tentam uma colocação no mercado de trabalho. Alguns conseguem e se estabelecem, mas outros, principalmente vindos entre 2014 e 2015, sentem o peso da crise econômica brasileira e vão de porta em porta atrás de um emprego. A Revista Visão conversou com alguns haitianos em Lages para saber a situação em que vivem.

Na entrevista, o empresário Roberto Amaral, presidente do grupo SCC, fala de sua decisão de se colocar à disposição como pré-candidato à Prefeitura. Expõe suas perspectivas políticas e as principais intenções enquanto postulante ao cargo de prefeito.

O desemprego no Brasil atingiu proporções nunca antes vistas no país. Apesar da situação ser semelhante em outros países, é preciso arregaçar as mangas e pensar em soluções. Nesse sentido, o microempreendedorismo surge como uma alternativa de se manter no mercado de trabalho e também de melhorar a economia.

Os feitos dos Batalhões de Engenharia do Exército são amplos no Brasil. Neste cenário, o 1º Batalhão Ferroviário de Lages teve (e tem) papel fundamental nestas edificações. E toda a história destas construções está relatada em dois livros. As bandas de Lages estão voltando com tudo. Exemplo disto é a “Catarse”, que lançou seu primeiro trabalho autoral e conta um pouco do cenário musical lageano.

Reportagens e matérias interessantes não vão faltar nesta edição. Procure logo o seu exemplar e tenha uma ótima leitura! 

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Equipe de Redação – Revista Visão