É incrível como a política faz surgirem personagens estranhos, em todas as eleições ("Meu nome é Enéas!!!! - O palhaço Tiririca - "pior do que tá não fica" - e por aí afora). Em Lages, determinado cidadão passou meses - quem sabe até mais de um ano - divulgando nas redes sociais que seria candidato a prefeito (parecia até que já estava eleito). 

Divulgava (e continua divulgando) nas redes sociais suas viagens ao Norte do País em busca de "empresas" para Lages. 

Se determinado jornalista deixava de publicar seu nome entre os prováveis candidatos (a gente sabe o que é sério e o que é fogo de palha - descobrimos isso com o passar dos anos), ficava irado.... ligava, cobrava e exigia que não esquecêssemos de seu nome (quando perguntávamos quem seria seu vice, desconversava......rsssss). 

Pois de tanto o cara cuidar de "sua imagem", esqueceu do seu próprio partido. E enquanto ele se dizia quase eleito prefeito, seus correligionários fizeram coligação com quem ele não queria (deixando-o a ver navios). 

Agora, está se rebelando com a coligação "onde colocaram o meu partido". E diz que não fará campanha para nenhum candidato à prefeitura (eu acho que ainda ninguém caiu no conto do vigário e quer emprestar apoio - e dar dinheiro -  para alguém tão sem noção). 

Se esse sujeito tem tantos votos como diz, já está eleito vereador (já que para prefeito era só fogo de palha). Mas eu, sinceramente, duvido que se eleja. E presumo que o tal do vivente não faça mais do que 1.500 votos (vai faltar legenda). Isso se não desistir até da candidatura a vereador..... (neste caso, não passaria vergonha). 

Candidato a vereador 

Já outro político local que trocou mais de partidos do que de camisas nos últimos tempos, finalmente se convenceu que para a prefeitura seria pretensão muito grande pela bolinha que está jogando. E vai a vereador. Esse sujeito é gente muito boa. Tomara que se eleja. E que tenha mais humildade de agora em diante  se quiser seguir na política (permanecendo quem sabe por alguns anos no mesmo partido para ganhar um pouco mais de credibilidade, que foi perdendo ao longo do tempo).  

Loreno Siega - Revista Visão