Está chegando a hora do povo decidir através do voto. As eleições municipais estão mais perto do cidadão, é através desse ato que executivo e legislativo proporcionam ganhos ou perdas. É certo que grande parte do eleitorado é guiado por interesses pessoais ou pelo gasto excessivo por parte de alguns candidatos. Muitos vereadores querem a vitória e o executivo fica para segundo plano.

Quando surgem três candidatos para um cargo do executivo é melhor para o povo participativo que busca pela melhor opção. O primeiro sinal de transformação na política está visível, é a descrença nos próprios políticos. Agora é o momento adequado de voltar a acreditar em novas figuras de um velho cenário político. Quem está limpo para o executivo ou legislativo não é comprado, não é parte de uma coligação que já começa devendo favores.

Cada candidato de boa índole e bom projeto de administração pública, carrega consigo uma mensagem de visão micro e macro. É evidente que quanto mais estudos na área política, muito mais chances nascem para a execução ou fiscalização da obra pública. A boa oratória é parte do melhor prefeito possível e abre portas independentemente do cenário. Quem muito gasta em uma campanha, pouco retorno prático trará ao município.

A saída está sendo apresentada nos debates e propagandas que são intensificadas até o dia da votação. Os fracos já anunciam nas frases sem conclusão um despreparo e também propagam uma dívida para com seus aliados, os aliados que poderia ser o simples compromisso com o povo. O povo deve escolher quem é o melhor e mais bem preparado. A chance de vitória bate à porta de quem não deve aos aliados, não deve ao povo e está propondo algo histórico para o município.

* Escritor Joacir Dal Sotto, autor do livro "Curvas da Verdade" e estudante de filosofia.