A cidade de São Joaquim vai sediar entre os dias  20 e 23 de abril de 2017 o 16º Encontro Nacional de Safaristas, no Centro de Eventos Newton Stélio Fontanella, 

junto ao Parque Nacional da Maçã. Os Encontros acontecem desde 1999, quando três casais proprietários de Safari resolveram promover a integração entre estes apaixonados por estradas, na cidade de Osório-RS.

O Safarista no Brasil, além de um aventureiro amante da natureza que busca sempre um contato maior com o meio em que vive através de viagens, observando, fotografando, compartilhando com a sua família e amigos os bons momentos que o contato com o meio ambiente pode oferecer. Ser Safarista no conceito do grupo é o indivíduo que possui ou possuiu uma Volkswagen Kombi Karmann Mobil – Safari em algum momento de sua vida.

“Conhecer este veículo e as pessoas que utilizam a Safari é quase uma lenda em RVs (Recreational Vehicles). Restam poucas circulando pela estradas do Brasil, mas possuem elas um universo de apaixonados”, afirma Régis Feldmann um desses apaixonados por Safari.   

"Até o momento temos mais de trinta Safaristas inscritos, mas acreditamos que mais de cinquenta vem a São Joaquim", declara Gerson Luiz Soares, o Cascatinha, um dos organizadores do encontro.

Cada estado do sul tem a sua associação: “ACASA-Associação Catarinense de Safaristas” a “AGS-Associação Gaúcha de Safaristas” e o “GPPS-Grupo Paranaense de Proprietários de Safari”, todas originadas na utilização da Safari.

Serviço

O que: 16º Encontro Nacional de Safaristas

Quando: 20 e 23 de abril de 2017

Local: Centro de Eventos Newton Stélio Fontanella

Parque Nacional da Maçã - São Joaquim – SC

Coordenadas para GPS: - 28.28.276172, -49.927421

Afinal, o que é um SAFARISTA?

Safári: É uma expedição por terra em lugares selvagens, tipicamente as viagens de caça ou turismo pela África. Tradicionalmente o safári refere-se a caçada de animais selvagens pela savana africana ou selva, atualmente os safáris são jornadas para observação e fotografia da vida selvagem, como mamíferos, carnívoros, primatas, ruminantes, roedores, pássaros e répteis típicos da savana.

Etimologia: Originalmente a palavra safári significava jornada na língua Swahili, que por sua vez provém do árabe ÓÝÑ (safara), que significa viagem. O verbo viajar em Swahili é safiri, o substantivo viagem é safari. Nesse caso, estas palavras são usadas para qualquer tipo de viagem.

Turismo: A maioria das pessoas no ocidente acredita que o verdadeiro safári somente ocorre na Àfrica do Sul, Quênia e Tanzânia, e não no continente africano como um todo. Atualmente a palavra é usada na região como referência à observação a pé ou motorizada de animais selvagens.

Veículo: A SAFARI é um dos poucos motor homes que foram fabricados em série no Brasil. A fábrica da Karmann Ghia iniciou a produção de SAFARIS na década de 70 e encerrou suas atividades no ano de 1995. Maiores detalhes vide a pagina da AGS. 

SER SAFARISTA: O Safarista no Brasil, além de um aventureiro amante da natureza que busca sempre um contato maior com o meio em que vive através de viagens, observando, fotografando, compartilhando com a sua família e amigos os bons momentos que o contato com o meio ambiente pode oferecer. Ser Safarista em nosso conceito é o indivíduo que possui ou possuiu uma Karmann Mobil – Safari em algum momento de sua vida. Sendo este o conceito básico de fundamental importância para o nosso grupo de Safaristas o indivíduo ter em seu curriculum o DNA que identifica sua forma e vida seu comportamento, seus objetivos e a camaradagem que lhes é peculiar. 

Quando falamos em Safaristas logo identificamos um perfil aventureiro de quem é contador de histórias e mestre em improvisação, que em qualquer situação sempre esta disposto a ajudar e compartilhar. Tornando qualquer situação sempre um momento de aprendizagem e oportunidade de ajuda ao próximo. Uma pessoa que sempre se contenta com o que tiver disponível, nunca levando em consideração as posses de seus companheiros e nem o equipamento que usam. Seus objetivos são fundamentalmente viajar, conhecer e compartilhar todos os momentos. 

Quando identificamos um Safarista ou ex-safarista logo percebemos que não se trata de uma pessoa que tem ou teve o mesmo bem material e sim de um ser que partilha ou partilhou do mesmo modo de vida. Assim como as aves da mesma espécie que sempre voam em bandos indo para a mesma direção. O número de Safaris existentes é fixo, pois deixou de ser fabricada, logo a única maneira de aumentar o nosso grupo é quando um Safarista se torna  Ex-Safarista, surgindo assim a necessidade e responsabilidade de repassarmos este DNA através do nosso testemunho e de nossas ações.

Marco Antônio Thumé - Maio/2014