Com aluguéis e sistemas de prevenção contra incêndios atrasados no início do ano, a Fundação Cultural e a administração do Teatro Municipal Marajoara com apoio da Secretaria de Administração tomou atitudes para deixar o teatro em dia. Segundo o coordenador do Teatro, Fabiano Tortelli, o ano de 2017 foi de buscas de uma nova forma de gerenciar o espaço. "Tínhamos uma dívida de aluguel e um termo de ajuste para a prevenção contra incêndios em atraso, junto com os proprietários do Teatro solucionamos tudo e agora o Marajoara está com todas as liberações,” comenta. Fabiano ainda informa que sistemas de monitoramento de vídeo também estão sendo instalados e aos poucos o teatro vem recebendo serviços de reparos e reformas específicas.

A agenda de espetáculos, homenagens, formaturas e palestras também são intensas, e está completa até o final do ano. Para o superintendente da Fundação Cultural de Lages (FCL), Gilberto Ronconi, a importância do Teatro Marajoara vai além da oferta do espaço para atividades diversas, “com o teatro habilitado, vemos também crianças e adolescentes apresentando o que aprendem em cursos, como na Escola de Artes, por exemplo, para famílias e comunidade. Isso traz um retorno importante, pois com essas apresentações mostramos que a cidade está repleta de cultura,” diz.

Equipe experiente e dedicada

Mesmo com as mudanças que as trocas de gestões impõem, a equipe de funcionários efetivos do Teatro se caracteriza não só pelo profissionalismo, mas também pela unidade que gera pelo zelo com os grupos, alunos, músicos e comunidade que necessita do Marajoara. Fabiano registra que a experiência da equipe é a base para que o Marajoara e suas ações justifiquem o nome de Teatro Municipal e o trabalho em conjunto denota isso.

Produções locais lotadas

Com uma média de público de dois mil espectadores mês, as dependências do Marajoara têm como destaque a lotação nos espetáculos. Segundo a administração, boa parte desse sucesso é o trabalho de persistência de agentes locais como Roger Andrade e Éder Goulart, por exemplo, na produção dos eventos. “Precisamos destacar o trabalho dos produtores e agentes culturais da cidade, eles têm fomentado muito ao trazer espetáculos com temas que envolvem as pessoas e lotam o nosso teatro,” comenta Tortelli.

Fabrício Hasse Furtado - Assess. de Imprensa da FCL