A deputada federal lageana e serrana, Carmen Zanotto (PPS) recebeu nesta manhã (15/12) a imprensa para uma confraternização de final de ano. Foi na sede da CDL de Lages, com presença de diversos representantes da imprensa escrita, falada, televisada e de redes sociais. 

A deputada apresentou um balanço de recursos que trouxe à região neste período em que está em Brasília como deputada titular (nesta legislatura) ou suplente (na legislatura passada). 

No período, apenas para a região, foram mais de R$ 51 milhões já liberados e empenhados em emendas parlamentares (de sua cota pessoal e/ou coletiva - de bancada). Destes, R$ 27 milhões foram para o setor da saúde (compra de equipamentos, custeio e investimentos). Outros R$ 9 milhões foram para o setor da infraestrutura. E o restante foi pulverizado nas demais áreas. 

Carmen também apresentou um resumo de suas principais ações enquanto parlamentar. Ela integra mais de uma dezena de comissões da Câmara Federal - grupos de trabalho específicos e frentes parlamentares, com destaque para áreas como saúde, mulheres, direitos humanos, combate ao câncer de mama, Direito das Crianças e Adolescentes, entre outras. Carmem foi escolhida recentemente como uma das cinco mais importantes e influentes parlamentares da área social (são ao todo 513 deputados federais). E o DIAP a incluiu entre os 150 parlamentares mais influentes do Congresso Nacional. 

No final da conversa com os jornalistas, ela também clareou melhor sua posição com relação à proposta do Governo Federal de Reforma da Previdência. Carmen falou que até hoje o projeto do Governo - com tudo o que dizem que o Governo  Temer quer para o setor - simplesmente não chegou às suas mãos. "O que sabemos sobre a tão propalada reforma é o que tem saído na imprensa. Mas até agora não recebemos o projeto final do Governo para a Reforma. Então, como posso me posicionar a favor ou contra se nem sequer conheço - e vários deputados também não conhecem - de que projeto estamos falando?", indagou. 

Carmen acrescentou mais: "Se for para aprovar um projeto que vá usurpar direitos dos que mais precisam - e não mexer nos privilégios de quem ganha mais - eu voto contra. E isso independe da posição do meu partido, o PPS. Agora, se fizerem um projeto razoável - acabando com privilégios - e garantindo direitos de quem mais precisa - aí serei a favor. Seja quem for o Presidente ou o Governo, o Brasil precisa dessas mudanças"", justificou. 

Texto e fotos: Loreno Siega - Revista Visão