Um espetáculo onde se utiliza o olhar para o Velho e o Novo Testamento da Bíblia. Onde a dramaturgia está presente com o estilo do teatro livre. Forças antagônicas, profecias, pecadores e justos querem uma única coisa: refletir sobre o amar, uma necessidade urgente nos dias de hoje. Assim é o Messiah. A peça foi apresentada pela segunda vez na programação do Natal Felicidade, neste sábado (16 de dezembro), no Parque Jonas Ramos, o Tanque.

De acordo com o roteirista e autor da peça, Neto Arruda, Messiah utiliza os elementos presentes no local do espetáculo. “Por se tratar de um teatro livre, onde o palco tem um diferencial por ter um formato de cruz, nós utilizamos também o que temos disponível no espaço, como a água do Tanque”, explica.

O espetáculo Messiah conta com cinco atores, três cantores e seis instrumentistas nos tambores. Os figurinos são funcionais e as pinturas refletivas dos tambores chamam a atenção do público. Grandes mantos ficam espalhados no palco onde os artistas mudam seus personagens.

O espetáculo Messiah ainda será apresentado mais duas vezes no Natal Felicidade. Neste domingo (17), às 21h e na próxima sexta-feira (22) às 21h30 (sujeito a alterações).

Enredo

Deus vem à Terra com uma roupa que não o define como Deus. Ele chega em um barco e é recebido por figuras angelicais cantoras, porém, há um personagem definido como o mal. Este, por sua vez, interfere dizendo que a Terra está tomada por ele, em que o ódio é o rei e a guerra a rainha, e o amor há muito tempo deixou de existir neste lugar.

Neste momento começa uma batalha de coisas boas e coisas ruins proporcionadas pelo homem que habita a Terra. Entre as cenas estão as passagens mundialmente famosas, como a anunciação à Maria, pelo Anjo Gabriel, sobre sua missão, Maria em visita à prima Isabel com a boa notícia, presença de João Batista e no final, o nascimento do Messiah.

 

Fotos: Nilton Wolff - Texto: Ascom/PML