Uma das bandeiras que a Associação Empresarial de Lages tem defendido é a duplicação da BR 116. E  para relatar o andamento do projeto de duplicação dos trechos prioritários desta rodovia, a diretoria da entidade recebeu na reunião do dia 26 de março, os representantes da Autopista Planalto Sul, Marcos Dutra, gerente de engenharia, e Thiago Bortoli, coordenador de Obras.

Os trechos prioritários para duplicação compreendem as áreas urbanas de Madirituba e Rio Negro no Paraná e Mafra, Itaiópolis (apenas a rua lateral), Papanduva, Monte Castelo, Santa Cecília, Ponte Alta do Norte (apenas a rua lateral), São Cristovão do Sul, Ponte Alta, Correia Pinto e Lages em Santa Catarina, totalizando 78,8km de duplicação e 4,7km de ruas laterais.

Segundo Dutra, “em dezembro de 2017 foi finalizado o projeto funcional que servirá de base para o desenvolvimento do projeto executivo, que está em processo de contratação e tem prazo de 18 meses para conclusão”. O próximo passo será a contratação dos estudos ambientais para serem submetidos à análise e aprovação dos órgãos competentes. Estima-se que estejam prontos junto com o projeto executivo.

O gerente de engenharia alertou que a ANTT abriu uma tomada de subsídios para obter contribuições da sociedade sobre o processo de Revisão Quinquenal da Autopista Planalto Sul. “Qualquer pessoa poderá dar sua contribuição. Na sequência a área técnica da ANTT irá analisar as propostas, detalhar as propostas e realizar audiências públicas, para após autorizar o início das obras. É muito importante a participação da sociedade nessa fase, é a oportunidade de serem listadas as obras necessárias e assim evitar os erros realizados no processo de concessão da rodovia”, finalizou.

Duplicação em Lages

Em Lages, serão duplicados cerca de 10km, compreendidos entre o km 238 e o km 248; construção de três passarelas, nos Km 240, Km 246,0 e Km 247,8; construção de três passagens em desnível (2 complementares na BR 282 e outra no acesso a Berneck); e três trevos (acesso norte, BR 282 e acesso sul). Dutra explicou que oficialmente, a ANTT autorizou a duplicação até o km 248, mas nosso projeto vai até o km 255.

Sheila Rosa - Gerente de Comunicação da ACIL