Com o objetivo de aumentar a sensação de segurança das comunidades do meio rural o 2° Batalhão de Polícia Militar Ambiental em parceira com as unidades de Polícia Militar local, realizam nas próximas semanas, a operação Campo Seguro, simultaneamente nas 9 unidades de polícia de São Miguel do Oeste, Chapecó, Concórdia, Caçador, Porto União, Canoinhas, Curitibanos, Joaçaba e Lages.

A ação desencadeada junto à Polícia Militar de cada unidade, busca promover a aproximação do órgão junto as comunidades rurais e promover mais segurança nas localidades que tem mais incidência de crimes. A operação será desencadeada por meio de barreiras policiais e visitas as propriedades, levando a educação ambiental até os produtores. 

“Essa é uma época do ano onde essas operações devem ocorrer com mais frequência devido ao aumento no número de furto de gados, por cona das datas comemorativas. Mas, principalmente essa operação Campo Seguro tem o intuito principal de aproximar o homem do campo do policial, para que ele nos procure conforme a sua necessidade e não veja o órgão como uma instituição repressora”, explica o comandante da Polícia Militar Ambiental da região Oeste e Meio Oeste, tenente-coronel Adair Alexandre Pimentel.

Na região Oeste, guarnições da Polícia Militar Ambiental, formada por dois policiais, já vem efetuando com o apoio da Polícia Militar, barreiras policias e patrulhamentos nas propriedades rurais. 

O apoio do Comando Geral da Polícia Militar do Estado, e a união das duas forças da Polícia Militar nesta operação é de fundamental importância, visto que cada uma tem seu campo de atuação e inteligência, que facilita no planejamento das ações de acordo com a demanda específica de cada unidade. O aumento da segurança no campo, a prisão e detenção de pessoas que cometem os delitos, e prevenção de crimes no meio rural, são alguns dos objetivos da operação. 

A operação já foi realizada nos municípios de Lages, Água Doce e Caçador e resultou na prisão de pessoas, detenção de armas, carros furtados e na orientação de pessoas das comunidades rurais. 

“Nós conseguimos levar uma sensação de segurança e a nossa mensagem. Os moradores das áreas rurais precisam disso, e esta ação continuará com frequência”, disse.

 

Flavia Mota - Jornalista Profissional