A pré-estreia do Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense, o FICASC, reuniu cerca de 500 estudantes,  da Emeb Santa Helena, EEB Godolfin Nunes de Souza, EEB Gen Pinto Sombra, Cedup, Senac, Senai, Cav e Uniplac para a exibição gratuita do filme “O amigo do rei”.   O evento ocorreu no Centro Serra Convetion, nesta quinta, 29 de agosto, no período da tarde, e foi seguido pelo plantio de 500 mudas de árvores. As mudas foram doadas pela Klabin e também pela família de Eduardo Fritsch Heinzen. 

Documentário ficcional sobre o crime ambiental da barragem da Samarco em Mariana-MG,  o filme  trouxe imagens da barragem e entrevistas com  pessoas atingidas, especialistas, representantes do ministério público, famílias desabrigadas,  e mostrou o rastro de lama na natureza, a morte de rios.  Conta, de forma  ficcional, o cotidiano do deputado federal Rey Naldo nos bastidores do Congresso Nacional, mostrando as relações íntimas existentes entre política e mineração. 

“O filme aborda várias temáticas, desde a preservação do meio ambiente, a geografia, a geologia, os impactos ambientais causados por vários eventos que aconteceram ali, a atuação do poder público através do ministério público, e também as questões sociais. É importante trazer essa discussão para  estudantes e professores” afirma o diretor do FICASC, Doty Luz.

O jovem Eduardo Saco, do 3ª ano do Colégio Godolfin e do curso de aprendizagem industrial do Senac, gostou muito da iniciativa: “Achei bom, porque a gente fica mais informado. Nós, seres humanos, estamos esgotando os recursos naturais do nosso planeta. O filme mostrou bem isso: estourou a barragem, as pessoas prometem e não cumprem”. 

O CEDUP participou do evento com cerca de 150 alunos, dos cursos de Saneamento e Biotecnologia. A diretora geral, Marcia Costa, ressalta a importância de se fazer a reflexão  sobre o que está acontecendo na questão ambiental.  “Esse filme  mostrou os dois lados. Nós vamos refletir e discutir sobre isso, como foi pontuado. São esses estudantes, essa geração que vai poder mudar esse cenário tão triste que vimos agora, finaliza.

Ateliê – Assessoria de Imprensa