Nicole, em foto de seu Facebook pessoal

No Brasil, se formar em medicina é um grande desafio. Com um baixo número de vagas e uma alta concorrência, são poucos os que conseguem entrar em uma universidade pública e menos ainda aqueles que têm dinheiro para bancar as altas mensalidades das instituições privadas. Uma saída é realizar o curso fora do Brasil, em países como a Rússia, que oferecem um ensino de qualidade, com bom custo-benefício. Essa foi a opção da estudante de Lages,  Nicole Novack, de 17 anos, que, no próximo dia 14 de setembro, embarca para Kursk para realizar esse sonho.                                                                                                  

Com apoio da Aliança Russa, representante oficial das universidades russas no Brasil desde 2005, a jovem deixa o país para ingressar na Universidade Médica Estatal de Kursk, considerada uma das dez melhores da Rússia. Nicole, não está muito preocupada quanto à adaptação com a nova cultura “Eu acho que não vai ser um problema, vou aprendendo com o tempo”, diz.

A estudante ficou sabendo do curso por um amigo que já está lá e ficou muito impressionada com a qualidade do ensino. “Ele foi no começo do ano e me indicou muito o programa da Universidade Médica Estatal de Kursk. Ele me mostrou um pouco de como que é a cidade e a faculdade, e fiquei com muita vontade de estudar lá”, finaliza.

Sistema de ensino

Os alunos que desejam cursar a universidade em Kursk devem estar atentos ao formato do ensino. Bastante diferente do Brasil, a carga horária é muito mais puxada e a metodologia de avaliação tem outro formato. Por lá, os alunos não podem ter faltas ou carregar matérias não concluídas para os próximos semestres.

O sistema de notas vai de 0 a 5, sendo 3 a nota minimamente satisfatória. O estudante que não obtiver o aproveitamento mínimo, deve automaticamente refazer aquela aula até obter a nota necessária. Caso contrário, não estará apto para fazer as avaliações de final de semestre e exames gerais.

A alta qualidade é comprovada pela taxa de alunos brasileiros que são aprovados em sua primeira tentativa no Revalida, Sistema de Revalidação de Diplomas Médicos, para atuar no Brasil. Cerca de 80% dos estudantes obtêm o registro no Conselho Regional de Medicina no mesmo ano em que chegam. O diploma é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde. A Rússia também faz parte do tratado de Bolonha, tendo seu diploma reconhecido em todo o continente europeu.

No total, mais de 100 médicos brasileiros já se graduaram pela Instituição e agora atuam em hospitais e clínicas nos quatro cantos do país. Outros 500 estudam atualmente medicina na Universidade Médica Estatal de Kursk. 

Serviço:

Aliança Russa de Ensino Superior

Edif. Prime Office Park

Rua Adib Auada, 35, Sala 113-B

Granja Vianna – Cotia / SP

CEP: 06710-700

Telefone: (11) 4551-3836

www.aliancarussa.com.br

Fonte da notícia: Linhas Comunicação - Assessoria de Imprensa - SP