O segmento de luxo e construção de alto padrão têm puxado a alta na economia neste período da pandemia. 

WOA registra alta de 60% na busca por imóveis.

 

O mercado dos produtos com valor agregado cresceu bastante desde o início da pandemia, criando os novos queridinhos do consumo, dentre eles, o mercado imobiliário, que não vem sentindo os efeitos e vem registrando alta no mercado. Os imóveis, neste cenário, voltam a ser opções seguras, aliados à credibilidade das construtoras, aquecendo o mercado.

 

Segundo a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), a melhora nas negociações de imóveis de médio e alto padrão garantiram ao setor da incorporação o melhor resultado, em 2020, em vendas, desde maio de 2014. E, em 2021, esse aquecimento continua. Segundo o índice FIPE-ZAP, publicado no início de abril, avaliando os números em 50 cidades, a valorização é uma constante. Em Santa Catarina, por exemplo, quatro cidades puxam a alta: Florianópolis, Itajaí, Itapema e Balneário Camboriú. Florianópolis figura como a terceira cidade com maior valorização no país no mês de março, com alta de 0,82% e um acumulado nos últimos 12 meses de 7,41%. Se compararmos aos dados da poupança, em 2020, o rendimento foi de 1,4% no ano. Ainda nesta linha de valorização, segundo o relatório Fipe/Abrainc, o aumento de vendas líquidas no último trimestre móvel foi de 28,9%.

 

“Os clientes estão em busca de investimentos sólidos, calcados na reputação das empresas e nos índices garantidores da rentabilidade, o que aqui na WOA é uma constante. Temos percebido um movimento arrojado e propostas ousadas que se consolidam pela demanda de mercado” destaca Patrícia Hartmann, Gerente Comercial da WOA Empreendimentos Imobiliários.

 

Atentas a esse movimento de mercado, as marcas têm apostado em soluções para atrair consumidores que tendem a valorizar experiências com produtos e serviços que sejam autênticos, aponta o estudo da consultoria GFK. O perfil do consumidor mudou bastante, com um aumento de até três dígitos no valor investido para estes produtos. Ainda segundo o estudo sobre luxo feito pela Consultoria Euromonitor International, o mercado de luxo teve expressivo crescimento na pandemia, tanto em faturamento quanto em lançamento de produtos. E mais, o estudo mostra que a projeção é que o mercado de luxo tenha alta de mais de 20% no Brasil até 2023, ou na faixa dos 4% ao ano. Se a previsão se concretizar, o Brasil deve recuperar em 2021 o posto de maior mercado de luxo da América Latina, perdido para o México em 2014. Esses dados fortalecem as marcas que estão investindo neste mercado. Ainda sobre o crescimento deste mercado, o setor de luxo que mais crescerá será o chamado “luxo de experiência”, com alta de 48,2% esperada até 2023. O faturamento do luxo de experiência vai passar de 582,6 milhões de reais em 2018 para 863,5 milhões em 2023. Entre 2013 e 2018, o luxo de experiência já havia crescido em 18,3%.

 

O diretor da WOA, Walter Silva Koerich, corrobora os dados da pesquisa. Do segundo semestre de 2020 até abril de 2021, a construtora registrou uma alta na procura dos imóveis na ordem de 60%. “O que a WOA vem percebendo é que os consumidores estão buscando por imóveis cada vez mais com valor agregado, com diferenciais exclusivos como paisagem espetacular, espaço interno amplo e sofisticado, além de elementos de decoração com requinte e descontração”, pontua Koerich.

 

Perfil de consumo

Recente pesquisa realizada pela Brain Inteligência Estratégica sobre comportamento dos consumidores frente ao mercado imobiliário apresenta tendências da nova relação das famílias brasileiras com a casa e com o imóvel. Dentre os dados, 87% dos entrevistados apontaram a busca por apartamentos maiores e os chamados home club, com áreas de lazer e ter um espaço exclusivo para trabalho no seu próximo imóvel como essencial na busca pelo novo imóvel. “Mas talvez um dos maiores ensinamentos trazidos por essas transformações tenha sido o de fazer as pessoas entenderem que a casa delas é uma das coisas mais importantes que elas têm na vida. Esse tempo dentro de casa nos fez compreender a importância do nosso lar. Nos ensinou que nossa casa, sua localização, tamanho, as necessidades de pequenas reformas e melhorias, são todos parâmetros que impactam muito a vida de cada um de nós”, destaca Caio Calfat, presidente do Conselho de Administração da ADIT Brasil.

 

Neste perfil, os apartamentos do SIMPHONIA WOA BEIRAMAR contam com opções variadas de plantas que visam atender e adequar a todos os tipos de famílias. Além dos acabamentos luxuosos e da localização ímpar, se destacam pelo conforto e exclusividade. As suntuosas áreas de lazer também atraem os clientes. Esses diferenciais despontam no mercado, uma vez que, além das mudanças estruturais, uma notável herança desse período de isolamento são os estilos de imóveis. Com tanto tempo de reclusão, as pessoas passaram a valorizar ainda mais a estrutura que um condomínio e a planta de um apartamento podem oferecer.

 

“Fatores que reforçam o mercado na capital são a limitação de espaço e a crescente busca por qualidade de vida”, destaca Walter Silva Koerich.

 

A gerente comercial da WOA Empreendimentos Imobiliários explica ainda que o público A está buscando por melhor cidade, melhor lugar e melhor imóvel para viver, ocasionado pelo maior tempo em casa e pelo home office. “Quem tem possibilidade de se instalar melhor, realiza isso. Também, o investimento em imóvel, além de seguro no contexto econômico atual, no alto padrão, e relacionado à está demanda e economia, que tem apresentado valorização histórica”.

 

O perfil dos consumidores também vem mudando, até em decorrência da pandemia. Os clientes não buscam apenas para moradia, mas também para uma segunda casa. “Percebemos também uma alta na busca por uma segunda moradia, para aqueles que ainda necessitam passar algum tempo em cidade ou Estado de origem, devido aos negócios”, exemplifica Patrícia.

 

Tendências de mercado

A tendência para 2021 é de um grande crescimento do mercado da construção civil. Alguns economistas apontam para a possibilidade de um novo boom do mercado imobiliário, como visto entre os anos de 2008 e 2013, nos quais o setor imobiliário e da construção civil viveram um momento de grande crescimento.

 

“Com a taxa de juros básica (Selic) próximo das mínimas históricas, juros para financiamento imobiliário também se encontram baixos, aumentando o apetite pelo setor. Como os financiamentos normalmente são para prazos longos, chegando até 30 anos, pequenas mudanças percentuais na taxa do financiamento têm resultados grandes no montante pago. Outro motivo importante para o crescimento, também atrelada aos juros baixos, é que os investimentos mais conservadores, que respondem a maior parcela dos investimentos dos brasileiros, como a poupança, está rendendo pouco. Em 2020, a poupança rendeu 2,1% muito abaixo da inflação de 4,5% registrada pelo IPCA. Com isso, quem tem recursos aplicados nesses investimentos, está optando por migrar para outros mais rentáveis, como imóveis. A própria bolsa de valores, que bateu recorde de investidores em 2020 reflete esse novo cenário”, explica o economista e sócio-fundador da Siglo Investimentos, Guilherme Alano.

 

Sobre a WOA

Constituída com a participação das Koerich Imóveis, Zita Empreendimentos Imobiliários e Lojas Koerich, a WOA chegou ao mercado catarinense com a experiência de mais de meio século. O nome WOA é uma homenagem a três grandes homens, é o acrônimo dos irmãos Walter, Orlando (In Memoriam) e Antônio Koerich. Atualmente, a empresa trabalha em um empreendimento de alto padrão em uma das localizações mais prestigiadas de Florianópolis - a Avenida Beira-Mar Norte. Mais informações em  www.woa.com.br.